O primeiro-ministro negou as
notícias que vieram a público este fim de semana que diziam que o Governo
estava a pensar tornar os cortes temporários na função pública em cortes
permanentes.
"A ideia de que a suspensão dos subsídios ou o corte salarial
da função pública, decidido pelo anterior governo, se transforme em
permanente, em vez de o repetir em cada Orçamento de Estado, não é uma
direção que estejamos a estudar", disse.
Falando aos jornalistas à entrada
para uma conferência sobre a responsabilidade social na Europa, Passos
Coelho disse que as medidas para baixar a despesa de forma permanente
ainda estão a ser discutidas no seio do Governo e, a seu tempo, serão apresentadas
aos parceiros sociais e aos partidos da oposição, mas não está a ser
pensado transformar em permanentes os cortes que agora foram criados como
transitórios.
"Precisamos de medidas que
tragam a possibilidade de um dia poder desonerar os portugueses através dos
impostos, reduzir o peso da dívida externa, o que só é possível reduzindo
a despesa e aumentando excedentes orçamentais a que não estamos
habituados, ou seja, termos um país que não nos dê défice todos os anos,
para haver investimento público de qualidade", defendeu.
SICNotícias/Com Lusa
PS: Caro Pedro, ou senhor Pedro…
Começo a estar habituado às suas “milongadas – mentiras como se diz
cá no Porto”, e isso desde que entrou em campanha eleitoral, naquele momento
frágil em que viviam os cidadão portugueses, entre PECs, mas que, afinal, hoje
citam o velho ditado: “Atrás de mim virá quem de mim bom fará.”
Se puder, pense, repense e decida-se pela demissão, deixando
Portugal aos portugueses, que são quem deve decidir o seu futuro, não se
esquecendo do seu, que deve ser o mais afastado possível da política.

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