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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Passos Coelho nega intenção de tornar permanentes os cortes temporários na função pública


O primeiro-ministro negou as notícias que vieram a público este fim de semana que diziam que o Governo estava a pensar tornar os cortes temporários na função pública em cortes permanentes.

 

"A ideia de que a suspensão dos subsídios ou o corte salarial da função  pública, decidido pelo anterior governo, se transforme em permanente, em  vez de o repetir em cada Orçamento de Estado, não é uma direção que estejamos  a estudar", disse. 

Falando aos jornalistas à entrada para uma conferência sobre a responsabilidade  social na Europa, Passos Coelho disse que as medidas para baixar a despesa  de forma permanente ainda estão a ser discutidas no seio do Governo e, a  seu tempo, serão apresentadas aos parceiros sociais e aos partidos da oposição,  mas não está a ser pensado transformar em permanentes os cortes que agora  foram criados como transitórios. 

"Precisamos de medidas que tragam a possibilidade de um dia poder desonerar  os portugueses através dos impostos, reduzir o peso da dívida externa, o  que só é possível reduzindo a despesa e aumentando excedentes orçamentais  a que não estamos habituados, ou seja, termos um país que não nos dê défice  todos os anos, para haver investimento público de qualidade", defendeu.

SICNotícias/Com Lusa 

PS: Caro Pedro, ou senhor Pedro…
Começo a estar habituado às suas “milongadas – mentiras como se diz cá no Porto”, e isso desde que entrou em campanha eleitoral, naquele momento frágil em que viviam os cidadão portugueses, entre PECs, mas que, afinal, hoje citam o velho ditado: “Atrás de mim virá quem de mim bom fará.”
Se puder, pense, repense e decida-se pela demissão, deixando Portugal aos portugueses, que são quem deve decidir o seu futuro, não se esquecendo do seu, que deve ser o mais afastado possível da política.

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