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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Paridade homem/mulher


Apesar das desigualdades entre homens e mulheres, observa-se uma grande evolução da paridade entre os dois sexos, pois desde 1874 data já a primeira lei que protege as mulheres no trabalho e também o primeiro sindicato feminino europeu, em França.

Há também uma lei de 1971 que torna obrigatória a igualdade dos salários entre homens e mulheres para o mesmo trabalho, mesmo que esta regra não seja sempre respeitada.

Quando as mulheres eram excluídas dos saberes, no século XIX, as raparigas começaram a ganhar, pouco a pouco, terreno e impuseram-se na escola. No secundário, a percentagem de jovens raparigas aumenta cada vez mais. O efectivo de estudantes progride com a explosão universitária, entre 1965-1968 e, em 1971, há mais raparigas que rapazes.

Graças à progressão da escolarização da mulher, o seu número nas profissões intermédias aumenta.

O modo de recrutamento das escolas desempenha um papel importante para o aumento do número de mulheres nas profissões superiores, o recrutamento baseando-se nos êxitos escolares favorece maioritariamente as jovens.

A igualdade entre homens e mulheres no trabalho está inscrita em todos os programas governamentais e, a inspecção geral dos assuntos sociais deve emitir propostas para o fazer avançar.

Na parte remuneratória entre os dois sexos… nas empresas, os empregadores podem instituir planos cujas acções sejam destinadas a reequilibrar o lugar da mulher na empresa, graças ao suporte financeiro do Estado.

Assim, segundo a responsabilidade social das empresas, deve criar-se uma parte orçamental destinada à recuperação das diferenças salariais entre homens e mulheres. Também entre as reformadas deve haver uma evolução, melhorando o nível médio da reforma.

Há uma diferença de igualdade entre homens e mulheres nas empresas que a crise actual não permite que tenda para uma paridade e deixa calcular que só será obtida lá para 2065.

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