Número total de visualizações de páginas

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

«Não façam plano de férias»


Foi o aviso do já primeiro-ministro aos deputados do seu partido, pois existe a possibilidade de deverem trabalhar em Agosto.

Todos os partidos deveriam seguir-lhe o exemplo pois, tratando-se de uma atitude sensata e séria, deveria ser exemplo para todos.

Porque há vícios entranhados que fazem com que, entrando ao “serviço” a 20 de Junho, deveria ser desnecessário avisá-los para a «eventualidade» de não poderem gozar férias um mês e dez dias depois.

Eles fazem as leis, não as cumprem, dão maus exemplos e depois exigem que todos os outros cidadãos cumpram o que legislaram.

Querem, com tal mentalidade, que o país avance, que saiamos do buraco em que nos encontramos, graças a não sei bem o quê, mas não me sentindo minimamente culpado, apesar de me obrigarem a pagar umas favas que nunca sequer vi.

Quando digo ser necessário mudar de mentalidades – em alusão aos políticos – é precisamente devido à que faz com que seja precisa semelhante advertência.

(Porreiro, pá; entramos na AR a 20 de Junho e em Agosto vamos de férias.)

Seria lógico que compreendessem voluntariamente que, a continuar tudo como dantes, não se irá a lado algum, a não ser à bancarrota, se ainda se conseguir evitar tal desfecho. Pelo que se vê….

Seria benéfico para todos que, inteligentes e capazes como são – trata-se afinal da nossa elite política – compreendessem por si mesmos, sem avisos de ninguém, que este ano não há férias para «nenhum deles» pois o patriotismo que fez com que se candidatassem e aceitassem os lugares políticos, numa situação tão grave que o país atravessa, os deveria impelir ao trabalho e ainda mais trabalho, porque todos os portugueses estão de olho neles e deles farão uma avaliação rigorosa.

Além disso, todos os trabalhadores portugueses devem trabalhar duramente para que o país se reerga – tal Fénix – das cinzas em que sucumbiu, após ter sido queimada viva.

Nós também fomos lançados à fogueira, sem necessidade alguma de que uma nova Santa Inquisição a ela nos tenha condenado.

Será este aviso uma amostra do que vai ser necessário fazer durante a nova legislatura que a 20 de Junho teve início? Boa te vai, Portugal…


PS: «O aviso, afinal, era “fogo de vista”»           

Sem comentários:

Enviar um comentário