Número total de visualizações de páginas

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

"É suposto o Governo governar, não andar a divertir"


O social-democrata, Luís Marques Mendes, considera que as novas regras de facturação, que sujeitam os consumidores finais a multas, são uma “palermice” e denotam “completa falta de censo” da parte do Governo. No programa da TVI ‘Política Mesmo’, Marques Mendes criticou ainda o Executivo liderado por Pedro Passos Coelho de “andar sempre em cima do mexilhão”, quando se devia preocupar com outras matérias.
O comentador político, Luís Marques Mendes, referiu, na noite de quinta-feira, no programa ‘Política Mesmo’, da TVI24, que “está tudo de pernas para o ar”, no que diz respeito às novas regras de facturação, que prevêem que os consumidores finais sejam multados caso não solicitem factura. “É uma palermice”, avaliou, acrescentando que “não é de gente que é boa da cabeça” fazer “uma lei que não é para ser cumprida”.

“É suposto o Governo governar, não andar a divertir”, disse o social-democrata, afirmando que o Executivo liderado por Pedro Passos Coelho “é sempre muito firme em andar em cima do mexilhão”, sendo pena que não tenha a mesma atitude” face a outras matérias.

Por outro lado, no entender de Marques Mendes, a situação de desemprego do País é “terrivelmente preocupante”, assinalando ainda que “o Governo tem uma política financeira mas não tem uma política económica”. Nesta senda, para o comentador “só há um caminho”. 

À semelhança do que se implementou na Irlanda, o antigo responsável pelo PSD sugeriu uma taxa de IRC mais baixa para algumas empresas, durante um período transitório, por forma a atrair, sobretudo, “investimento estrangeiro”.

Já no que remete para a crise interna que se vive no PS, Marques Mendes sublinhou que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, “perdeu a oportunidade de ser primeiro-ministro”, enquanto o secretário-geral do partido, António José Seguro provou que é um “osso duro de roer”.

N. M.

PS: Este senhor, que liderou o PSD, sente-se frustrado e não passa de mais um “comentador profissional”, que vive à custa da credulidade de outros que se sentem enxovalhados pelo actual governo, que ele apoia sem qualquer restrição, mesmo que os portugueses vivam e morram de fome.

Ah, gand’a noya…


Sem comentários:

Enviar um comentário