O social-democrata, Luís Marques Mendes,
considera que as novas regras de facturação, que sujeitam os consumidores
finais a multas, são uma “palermice” e denotam “completa falta de censo” da
parte do Governo. No programa da TVI ‘Política Mesmo’, Marques Mendes criticou
ainda o Executivo liderado por Pedro Passos Coelho de “andar sempre em cima do mexilhão”,
quando se devia preocupar com outras matérias.
O comentador político, Luís Marques Mendes,
referiu, na noite de quinta-feira, no programa ‘Política Mesmo’, da TVI24, que
“está tudo de pernas para o ar”, no que diz respeito às novas regras de facturação,
que prevêem que os consumidores finais sejam multados caso não solicitem
factura. “É uma palermice”, avaliou, acrescentando que “não é de gente que é
boa da cabeça” fazer “uma lei que não é para ser cumprida”.
“É suposto o Governo governar, não andar a divertir”, disse o
social-democrata, afirmando que o Executivo liderado por Pedro Passos Coelho “é
sempre muito firme em andar em cima do mexilhão”, sendo pena que não tenha a
mesma atitude” face a outras matérias.
Por outro lado, no entender de
Marques Mendes, a situação de desemprego do País é “terrivelmente preocupante”,
assinalando ainda que “o Governo tem uma política financeira mas não tem uma
política económica”. Nesta senda, para o comentador “só há um caminho”.
À
semelhança do que se implementou na Irlanda, o antigo responsável pelo PSD
sugeriu uma taxa de IRC mais baixa para algumas empresas, durante um período
transitório, por forma a atrair, sobretudo, “investimento estrangeiro”.
Já no que remete para a crise
interna que se vive no PS, Marques Mendes sublinhou que o presidente da Câmara
Municipal de Lisboa, António Costa, “perdeu a oportunidade de ser
primeiro-ministro”, enquanto o secretário-geral do partido, António José Seguro
provou que é um “osso duro de roer”.
N. M.
PS: Este senhor, que liderou o PSD, sente-se frustrado e não passa
de mais um “comentador profissional”, que vive à custa da credulidade de outros
que se sentem enxovalhados pelo actual governo, que ele apoia sem qualquer
restrição, mesmo que os portugueses vivam e morram de fome.
Ah, gand’a noya…

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