Rui Barreto votou contra o orçamento do Estado
à revelia das indicações da sua bancada e desde aí tem vivido “momentos de
algum isolamento e constrangimento”.
O
deputado do CDS/PP eleito pelo círculo da Madeira, Rui Barreto, afirma que tem
vivido "tempos difíceis" de "algum isolamento" na
Assembleia da República, declarando que por vezes é preciso defender as
convicções apesar das consequências.
"Os últimos tempos, principalmente no exercício que tenho na
Assembleia da República não têm sido fáceis. Têm sido momentos de algum
isolamento e constrangimento, mas às vezes é preciso dizer ´não´ pelas nossas
convicções mesmo que isso signifique uma não compreensão ou até uma
sanção", disse o parlamentar centrista madeirense após ter sido reeleito
esta noite presidente da comissão concelhia do Funchal pelo partido.
Nestas eleições para a concelhia do Funchal votaram 101
militantes, tendo-se registado dois votos nulos.
Rui Barreto reafirmou que votou sexta-feira "isoladamente na
bancada" do CDS contra a proposta de lei das finanças regionais, por
considerar que esta "não defende interesses dos madeirenses".
O responsável salientou que o CDS/PP-Madeira "enceta hoje um
novo caminho" na capital madeirense, com a eleição de "uma concelhia
forte, a maior da Madeira, com novas competências, com cerca de 600
militantes".
"Este ano temos um desafio maior, importantíssimo, porque é a
primeira vez que vamos a eleições depois do CDS ter conquistado o segundo lugar
nas últimas regionais", destacou Rui Barreto.
=Renascença=

Sem comentários:
Enviar um comentário