Reeleito como líder do PS, Seguro está
disponível para dialogar com todas as instituições europeias e nacionais
O
secretário-geral do PS afirmou este domingo que está disponível para dialogar
com todas as instituições europeias e nacionais e interrogou-se se o Presidente
da República teve conhecimento da carta que o primeiro-ministro enviou à troika.
Confrontando com o teor das propostas feitas pelo primeiro-ministro na carta que enviou à troika, na sequência do chumbo pelo Tribunal Constitucional de quatro normas do Orçamento do Estado para 2013, o líder socialista reiterou que desconhece o conteúdo da carta.
«Repito que não tenho conhecimento das propostas que o Governo apresentou à troika e, naturalmente, acho isso muito estranho. E acho isso muito estranho sobretudo quando há tantos apelos, pelo menos retóricos, em relação à cooperação, ao compromisso, unidade e diálogo», apontou o secretário-geral do PS, que ainda deixou uma dúvida.
«Também se questiona se o senhor Presidente da República teve conhecimento dessa carta. O senhor Presidente da República também tem feito apelos ao diálogo», observou António José Seguro.
António José Seguro falava na sede nacional do PS, na parte inicial de um encontro com algumas dezenas de jovens, durante uma fase em que respondia a questões dos jornalistas.
Interrogado se nos próximos dias tem previsto algum encontro com a 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), António José Seguro disse que, até ao momento, «ainda não foi recebido qualquer pedido de encontro».
Depois, António José Seguro salientou a abertura do PS para o diálogo institucional.
«Se houver um pedido de encontro, naturalmente que o PS estará disponível para dialogar com todas as instituições europeias e com todas as instituições do país», cita a Lusa.
Confrontando com o teor das propostas feitas pelo primeiro-ministro na carta que enviou à troika, na sequência do chumbo pelo Tribunal Constitucional de quatro normas do Orçamento do Estado para 2013, o líder socialista reiterou que desconhece o conteúdo da carta.
«Repito que não tenho conhecimento das propostas que o Governo apresentou à troika e, naturalmente, acho isso muito estranho. E acho isso muito estranho sobretudo quando há tantos apelos, pelo menos retóricos, em relação à cooperação, ao compromisso, unidade e diálogo», apontou o secretário-geral do PS, que ainda deixou uma dúvida.
«Também se questiona se o senhor Presidente da República teve conhecimento dessa carta. O senhor Presidente da República também tem feito apelos ao diálogo», observou António José Seguro.
António José Seguro falava na sede nacional do PS, na parte inicial de um encontro com algumas dezenas de jovens, durante uma fase em que respondia a questões dos jornalistas.
Interrogado se nos próximos dias tem previsto algum encontro com a 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), António José Seguro disse que, até ao momento, «ainda não foi recebido qualquer pedido de encontro».
Depois, António José Seguro salientou a abertura do PS para o diálogo institucional.
«Se houver um pedido de encontro, naturalmente que o PS estará disponível para dialogar com todas as instituições europeias e com todas as instituições do país», cita a Lusa.
=TVI24=

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