Um dia depois da tomada de posse de Poiares
Maduro e Marques Guedes como ministros, uma cerimónia que não contou com a
presença de Paulo Portas
O Conselho
Nacional do CDS-PP reúne-se este domingo em Lisboa para discutir as eleições e
coligações autárquicas e o XXV Congresso, que deverá ser marcado, e analisar a
«situação política».
A reunião do órgão máximo centrista entre congressos acontece depois da remodelação ministerial, em que Marques Guedes e Miguel Poiares Maduro substituíram Miguel Relvas, depois de no mês passado, na reunião da comissão política do partido, os dirigentes democratas-cristãos António Pires de Lima e Diogo Feio terem defendido publicamente uma remodelação do Governo.
No último Conselho Nacional, em dezembro, o presidente do partido e ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, tinha anunciado uma comissão política para discutir os cortes na despesa do Estado.
Posteriormente, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, encarregou Paulo Portas de elaborar um «guião» para esses cortes e a reforma do Estado, antes ainda da decisão do Tribunal Constitucional de declarar inconstitucionais quatro artigos do Orçamento do Estado, que nunca chegou a ser anunciado.
O conselheiro nacional do CDS-PP que lidera a tendência Alternativa e Responsabilidade Filipe Anacoreta apontou à Lusa na semana passada um «grande défice de explicação» entre os democratas-cristãos e defendeu que o Conselho Nacional de domingo «é um momento para a discussão».
«Há um grande défice de explicação», afirmou o líder da tendência Alternativa e Responsabilidade (AR) Filipe Anacoreta à Lusa, considerando que «é importante o partido discutir» e «é um momento para a direção» se pronunciar.
O Conselho Nacional deverá marcar a data do XXV Congresso do CDS, que, com o fim das eleições diretas, será eletivo da liderança. Paulo Portas, que lidera o partido desde 2007, ainda não anunciou se é ou não recandidato a um novo mandato, acrescenta a Lusa.
A reunião do órgão máximo centrista entre congressos acontece depois da remodelação ministerial, em que Marques Guedes e Miguel Poiares Maduro substituíram Miguel Relvas, depois de no mês passado, na reunião da comissão política do partido, os dirigentes democratas-cristãos António Pires de Lima e Diogo Feio terem defendido publicamente uma remodelação do Governo.
No último Conselho Nacional, em dezembro, o presidente do partido e ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, tinha anunciado uma comissão política para discutir os cortes na despesa do Estado.
Posteriormente, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, encarregou Paulo Portas de elaborar um «guião» para esses cortes e a reforma do Estado, antes ainda da decisão do Tribunal Constitucional de declarar inconstitucionais quatro artigos do Orçamento do Estado, que nunca chegou a ser anunciado.
O conselheiro nacional do CDS-PP que lidera a tendência Alternativa e Responsabilidade Filipe Anacoreta apontou à Lusa na semana passada um «grande défice de explicação» entre os democratas-cristãos e defendeu que o Conselho Nacional de domingo «é um momento para a discussão».
«Há um grande défice de explicação», afirmou o líder da tendência Alternativa e Responsabilidade (AR) Filipe Anacoreta à Lusa, considerando que «é importante o partido discutir» e «é um momento para a direção» se pronunciar.
O Conselho Nacional deverá marcar a data do XXV Congresso do CDS, que, com o fim das eleições diretas, será eletivo da liderança. Paulo Portas, que lidera o partido desde 2007, ainda não anunciou se é ou não recandidato a um novo mandato, acrescenta a Lusa.
=TVI24=
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