Social-democratas reconhecem que autárquicas serão de «exigência grande»
O
coordenador da direção nacional do PSD deu, este sábado, como concluído o
processo de candidaturas às eleições autárquicas deste ano, que considerou
serem de «exigência grande» para os sociais-democratas, assinalando a saída de
80 presidentes de câmara.
«Estas eleições para o PSD têm uma exigência grande, e não deixa de ser importante que tenhamos sido capazes de encerrar este processo mais cedo do que o habitual e mais cedo do que os outros partidos», declarou Jorge Moreira da Silva aos jornalistas, à margem de uma reunião do Conselho Nacional do PSD, num hotel de Lisboa.
O coordenador e primeiro vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD reiterou que os sociais-democratas ambicionam «ter mais câmaras e mais mandatos autárquicos» nestas eleições: «Foi esse o objetivo das últimas eleições, volta a ser o mesmo. Neste momento, temos 139 presidentes de câmara que são do PSD.»
Segundo Jorge Moreira da Silva, «este é o momento para assinalar a conclusão do processo autárquico da parte do PSD», depois de terem sido apresentados ao Conselho Nacional «todos os candidatos que já foram homologados pela Comissão Política Nacional».
«Há apenas quatro candidatos que estão em falta, mas cujos nomes já estão identificados e nos próximos dias serão aprovados pela Comissão Política Nacional», acrescentou.
O social-democrata referiu que «há 80 presidentes de câmara do PSD, isto é, 60% de todos os presidentes de câmara do PSD, que não podem concorrer nas próximas eleições autárquicas, no mesmo concelho», o que impôs «uma renovação» de candidatos.
Quanto a autarcas do PSD que já cumpriram três mandatos numa autarquia e são candidatos a outra, entres os quais Luís Filipe Menezes, que concorre ao Porto, e Fernando Seara, que se candidata a Lisboa, Moreira da Silva voltou a manifestar-se convicto de que as suas candidaturas serão viabilizadas judicialmente.
«A nossa convicção é de que a lei [de limitação de mandatos] é clara, de que, mais tarde ou mais cedo, esta matéria chegará ao Tribunal Constitucional e, nesse âmbito, haverá uma clarificação. Não estamos neste momento a pensar em nenhuma alternativa», adiantou.
O coordenador da direção nacional social-democrata descreveu este processo autárquico interno como «de largo consenso» e garantiu que o PSD parte para estas eleições «com uma grande motivação e otimismo».
Recomendado corte de 40% nas campanhas
O Conselho Nacional do PSD recomendou aos candidatos do partido às eleições autárquicas deste ano que cortem os respetivos orçamentos de campanha em pelo menos 40% face ao valor permitido por lei.
Segundo o texto aprovado, o Conselho Nacional recomenda «que as candidaturas às próximas eleições autárquicas adotem uma redução não inferior a 40% nos respetivos orçamentos de campanha, evidenciando um esforço acrescido de contenção de despesas que se impõe na conjuntura atual».
O órgão máximo do PSD entre congressos invoca «a muito exigente conjuntura financeira e socioeconómica que afeta Portugal e os portugueses» e faz esta recomendação «tendo em conta a nova legislação relativa ao financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais».
«Estas eleições para o PSD têm uma exigência grande, e não deixa de ser importante que tenhamos sido capazes de encerrar este processo mais cedo do que o habitual e mais cedo do que os outros partidos», declarou Jorge Moreira da Silva aos jornalistas, à margem de uma reunião do Conselho Nacional do PSD, num hotel de Lisboa.
O coordenador e primeiro vice-presidente da Comissão Política Nacional do PSD reiterou que os sociais-democratas ambicionam «ter mais câmaras e mais mandatos autárquicos» nestas eleições: «Foi esse o objetivo das últimas eleições, volta a ser o mesmo. Neste momento, temos 139 presidentes de câmara que são do PSD.»
Segundo Jorge Moreira da Silva, «este é o momento para assinalar a conclusão do processo autárquico da parte do PSD», depois de terem sido apresentados ao Conselho Nacional «todos os candidatos que já foram homologados pela Comissão Política Nacional».
«Há apenas quatro candidatos que estão em falta, mas cujos nomes já estão identificados e nos próximos dias serão aprovados pela Comissão Política Nacional», acrescentou.
O social-democrata referiu que «há 80 presidentes de câmara do PSD, isto é, 60% de todos os presidentes de câmara do PSD, que não podem concorrer nas próximas eleições autárquicas, no mesmo concelho», o que impôs «uma renovação» de candidatos.
Quanto a autarcas do PSD que já cumpriram três mandatos numa autarquia e são candidatos a outra, entres os quais Luís Filipe Menezes, que concorre ao Porto, e Fernando Seara, que se candidata a Lisboa, Moreira da Silva voltou a manifestar-se convicto de que as suas candidaturas serão viabilizadas judicialmente.
«A nossa convicção é de que a lei [de limitação de mandatos] é clara, de que, mais tarde ou mais cedo, esta matéria chegará ao Tribunal Constitucional e, nesse âmbito, haverá uma clarificação. Não estamos neste momento a pensar em nenhuma alternativa», adiantou.
O coordenador da direção nacional social-democrata descreveu este processo autárquico interno como «de largo consenso» e garantiu que o PSD parte para estas eleições «com uma grande motivação e otimismo».
Recomendado corte de 40% nas campanhas
O Conselho Nacional do PSD recomendou aos candidatos do partido às eleições autárquicas deste ano que cortem os respetivos orçamentos de campanha em pelo menos 40% face ao valor permitido por lei.
Segundo o texto aprovado, o Conselho Nacional recomenda «que as candidaturas às próximas eleições autárquicas adotem uma redução não inferior a 40% nos respetivos orçamentos de campanha, evidenciando um esforço acrescido de contenção de despesas que se impõe na conjuntura atual».
O órgão máximo do PSD entre congressos invoca «a muito exigente conjuntura financeira e socioeconómica que afeta Portugal e os portugueses» e faz esta recomendação «tendo em conta a nova legislação relativa ao financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais».
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