Das sete mil candidaturas que passaram à fase
final do concurso para professores aberto pelo Instituto de Emprego e Formação
Profissional (IEFP), 40% foram consideradas inválidas porque os candidatos
faltaram injustificadamente às entrevistas, conta esta quarta-feira o jornal
Público.
Para os restantes 50% conta a graduação profissional, para a qual
contribui, por exemplo, o tempo de serviço dos docentes.
Das 112 mil candidaturas
apresentadas em Dezembro, na abertura do concurso, sete mil foram seleccionadas
para passarem à fase de entrevista, sendo que finda esta etapa foram
consideradas válidas cerca de 1600 candidaturas para 914 vagas.
A este concurso do IEFP, e que
visa preencher vagas no ensino profissionalizante, puderam concorrer
professores com vínculo ao Ministério da Educação e Ciência e formadores que
não tenham outros contratos com a Administração Pública, lembra o Público.
Sendo que, o Ministério da
Educação, apontava como principais destinatários os docentes do quadro que
ficaram sem turmas nas suas escolas de origem. No entanto, dos 700 professores
que ainda estarão nesta situação, apenas concorreram cerca de 30.
N. M.

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