Diz o Bloco de Esquerda
O BE qualificou esta sexta-feira de
«paliativo» o alargamento em sete anos do prazo para Portugal pagar o
empréstimo, dado o «volume da dívida», reiterando que é necessária uma
«renegociação completa de todos os elementos da dívida».
«O Bloco de Esquerda mantém, como aliás mantêm pessoas de todos os quadrantes políticos, incluindo da direita, que é necessário haver uma renegociação completa de todos os elementos da dívida, dos prazos, dos montantes, dos juros», afirmou o deputado bloquista Luís Fazenda.
Luís Fazenda, que falava aos jornalistas no Parlamento, considerou o apoio do Eurogrupo ao alargamento em sete anos do prazo de pagamento do empréstimo «uma medida claramente insuficiente, porque o volume da dívida que Portugal mantém como compromisso é enorme».
«Nós precisamos de medidas no âmbito também da redução de montantes, da anulação de parte de parte do ¿stock' da dívida e de redução sobretudo, e à cabeça, dos juros que estamos a pagar. A dívida de Portugal é incomportável, ela é impagável, não é o simples facto de poder haver um alargamento de prazo que nos vai resolver o problema de fundo em relação à dívida», sustentou.
«Esta medida é claramente um paliativo, não serve esses objetivos de fundo. O Governo encontra aqui talvez um pouco de oxigénio, mas na verdade o país continua numa senda de declínio total e o desemprego continuará a ser a medida de uma governação falhada e totalmente incompetente», acrescentou.
Os ministros das Finanças da zona euro apoiaram hoje, em Dublin, o alargamento em sete anos do prazo para Portugal e a Irlanda pagarem os empréstimos concedidos ao abrigo dos programas de ajustamento.
O anúncio foi feito pelo presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, em conferência de imprensa no final da reunião informal dos ministros das Finanças da zona euro, explicando que uma decisão «positiva» depende do que for decidido hoje, no encontro alargado aos titulares da pasta das Finanças dos 27 Estados-membros (Ecofin).
Segundo Dijsselbloem, trata-se de uma «decisão conjunta» do Eurogrupo e do Ecofin, pelo que será necessário esperar pelas conclusões da reunião dos ministros das Finanças dos 27.
O presidente do Eurogrupo explicou que a extensão das maturidades terá de ser aprovada em alguns parlamentos europeus, o que deverá acontecer «na próxima semana, semana e meia» e adiantou que a aprovação final do alargamento do prazo para o pagamento dos empréstimos acontecerá nas próximas reuniões formais dos ministros das Finanças europeus, que decorrerão em maio, em Bruxelas.
«O Bloco de Esquerda mantém, como aliás mantêm pessoas de todos os quadrantes políticos, incluindo da direita, que é necessário haver uma renegociação completa de todos os elementos da dívida, dos prazos, dos montantes, dos juros», afirmou o deputado bloquista Luís Fazenda.
Luís Fazenda, que falava aos jornalistas no Parlamento, considerou o apoio do Eurogrupo ao alargamento em sete anos do prazo de pagamento do empréstimo «uma medida claramente insuficiente, porque o volume da dívida que Portugal mantém como compromisso é enorme».
«Nós precisamos de medidas no âmbito também da redução de montantes, da anulação de parte de parte do ¿stock' da dívida e de redução sobretudo, e à cabeça, dos juros que estamos a pagar. A dívida de Portugal é incomportável, ela é impagável, não é o simples facto de poder haver um alargamento de prazo que nos vai resolver o problema de fundo em relação à dívida», sustentou.
«Esta medida é claramente um paliativo, não serve esses objetivos de fundo. O Governo encontra aqui talvez um pouco de oxigénio, mas na verdade o país continua numa senda de declínio total e o desemprego continuará a ser a medida de uma governação falhada e totalmente incompetente», acrescentou.
Os ministros das Finanças da zona euro apoiaram hoje, em Dublin, o alargamento em sete anos do prazo para Portugal e a Irlanda pagarem os empréstimos concedidos ao abrigo dos programas de ajustamento.
O anúncio foi feito pelo presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, em conferência de imprensa no final da reunião informal dos ministros das Finanças da zona euro, explicando que uma decisão «positiva» depende do que for decidido hoje, no encontro alargado aos titulares da pasta das Finanças dos 27 Estados-membros (Ecofin).
Segundo Dijsselbloem, trata-se de uma «decisão conjunta» do Eurogrupo e do Ecofin, pelo que será necessário esperar pelas conclusões da reunião dos ministros das Finanças dos 27.
O presidente do Eurogrupo explicou que a extensão das maturidades terá de ser aprovada em alguns parlamentos europeus, o que deverá acontecer «na próxima semana, semana e meia» e adiantou que a aprovação final do alargamento do prazo para o pagamento dos empréstimos acontecerá nas próximas reuniões formais dos ministros das Finanças europeus, que decorrerão em maio, em Bruxelas.
=TVI24=

Sem comentários:
Enviar um comentário