Executivo não esperava um chumbo tão grande
do Tribunal Constitucional. Alternativa a novo aumento de impostos deverá ser
alteração das metas e dos prazos do resgate
A decisão do Tribunal Constitucional foi pior
do que aquilo que o Governo esperava ao ter declarado quatro normas do Orçamento inconstitucionais e a alternativa a um agravamento de impostos
pode passar pela renegociação com a troika. Para este sábado está marcado um Conselho de Ministros extraordinário para analisar o problema.
Segundo o jornal «Público», o Governo ficou em choque quando soube do acórdão e o «Expresso» escreve que a decisão dos juízes foi muito além daquilo que Passos Coelho e os seus ministros aguardavam.
O Executivo bem dramatizou dizendo que não tinha plano B, que não havia alternativa ao Orçamento de Estado deste ano, mas agora tem de arranjar uma solução.
A demissão para já é carta fora do baralho, mas a jogada pode passar pela renegociação com a troika. A revisão das metas e dos prazos para cumprir o défice pode ser a alternativa para não se agravar mais os impostos.
De acordo com fontes governamentais, o semanário diz que o Governo pode estar perante uma missão impossível e que esta decisão pode comprometer o regresso aos mercados.
Adianta ainda que o primeiro-ministro e Paulo Portas querem envolver Cavaco Silva e o PS na resolução do problema, mas Seguro já avisou para não contarem com ele.
Segundo o jornal «Público», o Governo ficou em choque quando soube do acórdão e o «Expresso» escreve que a decisão dos juízes foi muito além daquilo que Passos Coelho e os seus ministros aguardavam.
O Executivo bem dramatizou dizendo que não tinha plano B, que não havia alternativa ao Orçamento de Estado deste ano, mas agora tem de arranjar uma solução.
A demissão para já é carta fora do baralho, mas a jogada pode passar pela renegociação com a troika. A revisão das metas e dos prazos para cumprir o défice pode ser a alternativa para não se agravar mais os impostos.
De acordo com fontes governamentais, o semanário diz que o Governo pode estar perante uma missão impossível e que esta decisão pode comprometer o regresso aos mercados.
Adianta ainda que o primeiro-ministro e Paulo Portas querem envolver Cavaco Silva e o PS na resolução do problema, mas Seguro já avisou para não contarem com ele.
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