Só em Lisboa, quase 800 mil pessoas desfilaram do
Marquês de Pombal até ao Terreiro do Paço e, também no Porto, a multidão de
manifestantes encheu a Avenida dos Aliados. A canção 'Grândola, Vila Morena',
senha da Revolução do 25 de Abril, foi entoada no final da manifestação por
todo o País, e Passos Coelho e Vítor Gaspar foram as estrelas principais dos
cartazes de protesto e palavras de ordem.
Um milhão e meio de pessoas saíram ontem à rua em Portugal para
gritar 'Que se Lixe a Troika', número que superou a manifestação do passado dia
15 de Setembro. Só em Lisboa foram 800 mil manifestantes, que desfilaram
do Marquês de Pombal até ao Terreiro do Paço, a pedir a demissão do
Governo.
Quando
eram 18h30, sensivelmente, a canção 'Grândola, Vila Morena' cantou-se por todo
o País, recorda hoje o Diário de Notícias (DN). Os protestos juntaram várias
gerações e classes profissionais que não estão de acordo com o caminho seguido
pelo actual Governo para Portugal. Jovens, desempregados, funcionários
públicos, médicos, professores e pais que estão a trabalhar para os filhos sem
emprego, todos gritaram 'O povo é quem mais ordena'.
Sem surpresas, o primeiro-ministro, Passos Coelho, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, e o ministro Adjunto, Miguel Relvas, foram o alvo das fúrias dos manifestantes. E houve coelhos para todos os gostos e feitos, nota o Jornal de Notícias. Em madeira, colados a faixas, outros enforcados, muitos de pelúcia, de todas as cores, e até um pendurado pelo rabo, o JN aponta que foram muitos os coelhos esfrangalhados que ontem se exibiram entre o Marquês de Pombal e o Terreiro do Paço, em Lisboa, em substituição dos emblemáticos cravos vermelhos, símbolo da Revolução de Abril.
Sem surpresas, o primeiro-ministro, Passos Coelho, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, e o ministro Adjunto, Miguel Relvas, foram o alvo das fúrias dos manifestantes. E houve coelhos para todos os gostos e feitos, nota o Jornal de Notícias. Em madeira, colados a faixas, outros enforcados, muitos de pelúcia, de todas as cores, e até um pendurado pelo rabo, o JN aponta que foram muitos os coelhos esfrangalhados que ontem se exibiram entre o Marquês de Pombal e o Terreiro do Paço, em Lisboa, em substituição dos emblemáticos cravos vermelhos, símbolo da Revolução de Abril.
N. M.

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