Pórticos devem
desaparecer e ser instalado sistema eletrónico. Todos os carros terão de ter um
chip semelhante ao da Via Verde
O Governo está a estudar o fim de todos os
troços de auto-estrada que ainda são gratuitos, revelam documentos
confidenciais a que a TVI teve acesso. De acordo com esses documentos, os
pórticos deverão desaparecer mas, em contrapartida, todas as entradas e saídas
vão ser debitadas aos automobilistas, através de um sistema eletrónico como a
Via Verde.
O novo modelo de portagens, que o Governo está a estudar, consta de um documento interno do executivo, datado de fevereiro e destinado a ser usado nas negociações com atroika.
Uma das novidades reveladas por este documento é que foi criado um grupo de trabalho com a consultora Capegemini, a Ascendi, Estradas de Portugal e a empresa da Via Verde, e este já chegou a algumas conclusões preliminares. Uma delas é que o novo modelo de portagens deve passar por um identificador eletrónico, um chip semelhante ao da Via Verde, instalado em todos os carros, por um único centro de controlo e um sistema de acesso fechado.
Isto significa o fim dos pórticos e a instalação de controladores eletrónicos em todas as entradas e saídas das auto-estradas. Ou seja, deixa de haver troços grátis. Todos os automóveis pagarão exatamente os quilómetros que andarem, sem descriminação de qualquer zona livre de portagens ou mais carregada de pórticos.
Vamos a exemplos do que poderá ser o novo modelo, se vier a ser aprovado pelo Governo e pela troika: as auto-estradas de Viana do Castelo a Caminha e a Ponte de Lima, hoje gratuitas, passam a ser pagas, com a instalação de aparelhos de controlo eletrónico em todas as entradas e saídas.
Também a A28, que liga Viana do Castelo ao Porto e que já hoje é paga, mas não totalidade, passará a se-lo: os 16 Km, entre Angeiras e o Porto passam a ser pagos.
Do mesmo modo, os troços intermédios até aqui gratuitos, como Modivas-Póvoa e Estela-Esposende, em que era possível entrar e sair sem passar em qualquer pórtico, passam a ser cobrados.
Como o novo modelo visa uniformizar os custos de todos os automobilistas, o percurso Viana-Porto deve manter mais ou menos o mesmo preço, em função do custo por quilómetro que em cada ano for fixado pelo Governo. É até provável que viagens entre Viana e a Póvoa, ou Angeiras ou à Ligação ao IC-24, beneficiem de reduções de preço.
O que acaba são os troços gratuitos, hoje espalhados um pouco por todo o país, mesmo nas áreas metropolitanas, como é o caso da concessão Grande Lisboa.
Fonte do Governo confirmou à TVI a existência deste documento, garantindo contudo que até à data não foi apresentado à troika.
O Ministério da Economia propõe-se, agora, reduzir as Taxas Internas de Rentabilidade dos concessionários em 67 milhões de euros em 2013, e uma média de 99 milhões por ano até 2029. O Governo tenta assim mostrar que a redução de custos com as PPP rodoviárias não passa é só por pedir mais dinheiro aos automobilistas, mas também pela redução dos pagamentos aos grupos privados.
O novo modelo de portagens, que o Governo está a estudar, consta de um documento interno do executivo, datado de fevereiro e destinado a ser usado nas negociações com atroika.
Uma das novidades reveladas por este documento é que foi criado um grupo de trabalho com a consultora Capegemini, a Ascendi, Estradas de Portugal e a empresa da Via Verde, e este já chegou a algumas conclusões preliminares. Uma delas é que o novo modelo de portagens deve passar por um identificador eletrónico, um chip semelhante ao da Via Verde, instalado em todos os carros, por um único centro de controlo e um sistema de acesso fechado.
Isto significa o fim dos pórticos e a instalação de controladores eletrónicos em todas as entradas e saídas das auto-estradas. Ou seja, deixa de haver troços grátis. Todos os automóveis pagarão exatamente os quilómetros que andarem, sem descriminação de qualquer zona livre de portagens ou mais carregada de pórticos.
Vamos a exemplos do que poderá ser o novo modelo, se vier a ser aprovado pelo Governo e pela troika: as auto-estradas de Viana do Castelo a Caminha e a Ponte de Lima, hoje gratuitas, passam a ser pagas, com a instalação de aparelhos de controlo eletrónico em todas as entradas e saídas.
Também a A28, que liga Viana do Castelo ao Porto e que já hoje é paga, mas não totalidade, passará a se-lo: os 16 Km, entre Angeiras e o Porto passam a ser pagos.
Do mesmo modo, os troços intermédios até aqui gratuitos, como Modivas-Póvoa e Estela-Esposende, em que era possível entrar e sair sem passar em qualquer pórtico, passam a ser cobrados.
Como o novo modelo visa uniformizar os custos de todos os automobilistas, o percurso Viana-Porto deve manter mais ou menos o mesmo preço, em função do custo por quilómetro que em cada ano for fixado pelo Governo. É até provável que viagens entre Viana e a Póvoa, ou Angeiras ou à Ligação ao IC-24, beneficiem de reduções de preço.
O que acaba são os troços gratuitos, hoje espalhados um pouco por todo o país, mesmo nas áreas metropolitanas, como é o caso da concessão Grande Lisboa.
Fonte do Governo confirmou à TVI a existência deste documento, garantindo contudo que até à data não foi apresentado à troika.
O Ministério da Economia propõe-se, agora, reduzir as Taxas Internas de Rentabilidade dos concessionários em 67 milhões de euros em 2013, e uma média de 99 milhões por ano até 2029. O Governo tenta assim mostrar que a redução de custos com as PPP rodoviárias não passa é só por pedir mais dinheiro aos automobilistas, mas também pela redução dos pagamentos aos grupos privados.
=TVI 24=
PS: A ladroeira, a corrupção, as concubinas, os
negócios entre amigalhaços e demais benesses, tudo em nome do povo, do país e
da crise, levarão Portugal a ser o primeiro país no mundo a ver-se obrigado a
pagar para transitar dentro do que é seu. Voltamos ao feudalismo que, desta
forma, não é medieval, mas bem contemporâneo. Temos de fazer uma grande e
profunda “reciclagem”à chamada
classe política, especialmente àquela que se encontra no poder. Talvez que os
outros aprendam alguma coisa e comecem a respeitar-nos mais e melhor.
Quando se decidirá a falar o Tribunal
Constitucional acerca do OE/2013 e todas as inconstitucionalidades que o
afectam?
Como já vem sendo hábito, o presidente da
República, aos costumes nada diz, e a bandalheira continua!

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