O Governo garante que não haverá qualquer forma de
pressão sobre os funcionários públicos para que adiram ao programa de rescisões
amigáveis. As cartas enviadas
aos trabalhadores da Administração Pública com simulações personalizadas de
indemnizações são apenas informativas, garante o ministro adjunto, Miguel
Poiares Maduro.
Num briefing aos jornalistas, o governante foi
confrontado pelos jornalistas com as acusações de pressão, feitas ontem pelossindicatos. Na
resposta, Poiares Maduro disse que «qualquer pressão será sempre inaceitável».
«Agora, disponibilizar informação às pessoas e informar as pessoas de que têm a possibilidade de aceder a um mecanismo de rescisão amigáveis, não pode ser considerado uma forma de pressão», defendeu.
Ministro Poiares Maduro diz que funcionários têm de ser informados das condições e programa não pode ser escondido
«Agora, disponibilizar informação às pessoas e informar as pessoas de que têm a possibilidade de aceder a um mecanismo de rescisão amigáveis, não pode ser considerado uma forma de pressão», defendeu.
Ministro Poiares Maduro diz que funcionários têm de ser informados das condições e programa não pode ser escondido
«Sob pena de termos
um mecanismo disponível, que é conhecido de todos, que é o programa de
rescisões amigáveis, e depois o estarmos a esconder, porque se o apresentamos
às pessoas, isso é visto como uma forma de pressão», concluiu.
Os serviços têm até a partir de amanhã e até 26 de agosto para apresentarem as suas estimativas quanto às saídas de funcionários públicos em 2014, através de rescisões, requalificação e aposentações.
Os serviços têm até a partir de amanhã e até 26 de agosto para apresentarem as suas estimativas quanto às saídas de funcionários públicos em 2014, através de rescisões, requalificação e aposentações.
=TVI24=

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