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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Parabéns a Sérgio Monteiro

Boa tarde senhor António Mendes 

        Na página que o Jornal de Notícias disponibiliza aos seus leitores sob o título "Cartas do Leitor",  o senhor diz que o secretário de estado Sérgio Monteiro se deparou com com uma cratera de 17.000 milhões de euros, e num estudo aprofundado que mandou fazer, constatou que a sua origem não estava nas sucessivas gestões ruinosas com regalias sumptuárias, mas nos passes das famílias directas dos trabalhadores no activo, como dos agora reformados.


        O prejuízo de milhões que Maria Luís Albuquerque causou e que vamos pagar a si não lhe interessa falar.
        Fácil. Corte-se, disse Sérgio Monteiro.

        

        Uma enorme alegria para o senhor.

        Eram justos, como diz, os ordenados principescos e mordomias que recebiam as várias direcções dos STCP?

        Porque acabaram com os vários serviços (médico, alfaiate, barbeiro, mini mercado e outros produtos a preços mais baratos), comprados através de requisição passada pelos serviços disponibilizados aos seus trabalhadores?

        Quem autorizou o seu fim?

         O senhor, como funcionário dessa empresa também beneficiava deles. Conheço a pessoa que passava essas requisições.

        Por que destruíram o lindíssimo edifício Sede na Avenida da Boavista e edifício onde estava o seu Centro de Saúde para no seu lugar serem construídos dois edifícios de luxo e o edifício onde está a EDP ao lado de um novo arruamento, quando todo o terreno era para construir a Casa da Música? 

         Existem culpados, isto é corrupção e se a justiça funcionasse a esta hora ainda estavam na cadeia.

        Um grande culpado é o doutor Fernando Gomes que quando presidente da câmara do Porto vendeu a um particular os dois edifícios que hoje fazem sombra à Casa da Música e a nova rua.

        Carlos Brito, um PSD que fez parte da Direcção, quando saiu, foi premiado com o novo cargo, criado para o efeito, de Provedor do Utente numa sala da Rua do Bolhão e depois presidente do Museu do Carro e Eléctrico.

        O PSD sabe garantir o futuro aos seus militantes mas isto o senhor não quer ver.

        O senhor é inimigo dos seus colegas de trabalho e deve ser denunciado e tudo vou fazer para isso acontecer

        Se fosse antes de Abril de 1974 eu diria que o senhor era bufo da PIDE se é que não foi.

        Já que o senhor acusa, agora sou eu que vou acusar. Como sabe, na viela que dava para o parque de estacionamento dos directores, na esquina havia um pequeno armazém onde eram guardadas as placas das paragens de autocarros e, depois de subir uma pequena rampa havia uma porta que dava para uma oficina e quintal.

        Que levavam as sacas e embrulhos que os seus colegas, com as esposas e quando era para saírem com o roubo o funcionário vinha à esquina ver se se o colega podia sair sem ser visto.    

        O senhor é um elemento dentro da empresa ao serviço de CDS ou PSD para dividir os seus colegas.

M: M.

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