Número total de visualizações de páginas

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

«AS PROVOCAÇÕES DE LUIS MONTENEGRO»

Ao “desafiar” o líder do PS, o líder da bancada parlamentar do PSD demonstra bem de que é feito de uma “massa especial”, talvez a massa maçónica e que, além de pretender mostrar-se espirituoso, age como um “biltre”.

Têm tentado por todos os modos atacar e culpar o anterior primeiro-ministro, José Sócrates, abstendo-se, todavia, de falar sequer do seu correligionário Santana Lopes que também recebeu convites a adoptar os swaps de que tanto se fala.  Tal respeito, nada diz, nada refere, tornando-se caricato senão mesmo ridículo.

Ora, também de forma ridícula lança o desafio a Seguro, ao mesmo tempo que afirma que o seu colaborador para a área financeira até concorda com a utilização desses famigerados swaps.

Estar na política não deve permitir tudo e todos os meios para atingir determinados fins, a até as insinuações que usa desde Loulé refere um “processo de intenções” desencadeado contra o demissionário secretário de Estado, Joaquim Luis Jorge.

Depois, indo talvez demasiado longe, afirma terem existido reuniões entre o governo PS e instituições financeiras que “serviriam para mascarar s contas do Estdo”, apesar de saber que foram recusadas as intenções de venda de produtos tóxicos nesses encontros, sem no entanto referir que Joaquim Pis Jorge participou nesses encontros como vendedor da “banha da cobra” financeira.

É por estas e outras atitudes semelhantes que a classe política em geral cai desastrosamente no descrédito. Não têm classe, não há política séria, não há políticos “honestos” que vão par a política para servirem o país e o povo.

Portugal e os portugueses estão muito perto do colapso e este “senhor” permite-se usar o cinismo como arma de arremesso contra aqueles com quem pretendiam uma espécie de “casamento de salvação nacional” proposto por um presidente da República que prefere, entretanto, guardar o silêncio,  não apenas por se encontrar de férias no Algarve, aldeamento da Coelheira.

Se a pretensão, e creio não me enganar é a de lançar poeira aos olhos da população, como que adivinhando a derrocada eleitoral nas autárquicas,  prenúncio do que acontecerá com e nas legislativas, como que adivinhando a estrondosa derrota de que serão vítimas únicas e culpadas.

Estas atitudes são prova cabal de falta de dignidade, de desespero e de falta de ética política, escusando-se a dizer desde quando circulam as tais swaps pelo mundo e por Portugal, quais os que aceitaram comprá-los e provocar a decadência em que hoje se encontra o país e sobretudo os portugueses, roubados para tapara os furos abertos pelos anteriores governos, sobretudo aqueles erros crassos do senhor Silva, que durante dez longos anos ocupou o lugar mais alto do palácio de S. Bento.

Com jeitinho, muito jeitinho e um inquérito bem conduzido, dir-nos-ia talvez que o mal, o grande mal económico e financeiro já vem de longe, de tão longe no tempo que ele seria ainda aluno de uma qualquer universidade.

Se para se saber bem for necessário recordar alguns factos, vejamos por exemplo, as péssimas distribuições dos subsídios vindos de Bruxelas e pagos por todos nós através do IVA, servindo para acabar com a agricultura e abater barcos de pesca e com os sectores em Portugal, especial e exclusivamente quando o senhor Silva ocupava o cargo de primeiro-ministro.

Curiosamente, não se refere a nada disso e se pudesse até iria ao ponto de condenar todos os partidos de esquerda de todos os males que afectam Portugal e os portugueses, que, no entanto, nunca foram tão maltratados como desde que, mentindo, o senhor Pedro ocupa o lugar de primeiro-ministro.

Repito ser necessária ética e seriedade na política portuguesa, e considerar uma honra servir o país sem antes se servir a si próprios.


Sem comentários:

Enviar um comentário