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sábado, 10 de agosto de 2013

«A “ESCOLHA” DO EMPREGO CERTO»

Para além do actual desemprego e do emprego a tempo parcial ou sazonal, durante as férias, os jovens nem por isso se tornam mais responsáveis, melhores profissionais ou mais felizes nas suas profissões de adultos. Tudo depende muito do tipo de trabalho, do indivíduo e da sua atitude perante a vida.

As circunstâncias e os valores instilados pela família parecem constituir – mais do que o trabalho enquanto adolescentes – os factores decisivos do comportamento futuro dos jovens nas suas profissões futuras.

Num estudo recentemente efectuado, chegou-se à conclusão de ser necessário dar força à antiga teoria de que o trabalho ajuda os jovens a sentirem-se melhor consigo próprios e a definirem os seus objectivos.

Entre os adolescentes observados, os estudantes-trabalhadores demonstraram maior autoconfiança do que os seus colegas que nunca tinham trabalhado.

O trabalho não afectou as notas escolares. Mas se um jovem trabalha durante muitas horas ou começa a trabalhar muito cedo, é possível que dedique menos tempo aos desportos, à leitura e a outras actividades extracurriculares fundamentais na formação de um jovem profissional.

Há pessoas que decidem muito jovens o que querem fazer na vida, cumprindo em seguida um percurso escolar preestabelecido e praticando desde cedo a actividade escolhida.

Muitas vezes, no entanto, agarra-se o melhor emprego que aparece na altura, e isso vai determinar toda uma vida de trabalho numa área específica.

O primeiro emprego depende do local onde o jovem habita, das actividades económicas aí dominantes e das vagas disponíveis.

O sexo é também factor influente, pois homens e mulheres são desigualmente atraídos para determinados empregos. A situação económica tem igualmente o seu papel: numa comunidade pobre, os empregos são escassos e o jovem pode ver-se obrigado a tornar mais modestos os seus objectivos.

Finalmente, é importante quem se conhece e o que se conhece. Muitas vezes, consegue-se emprego através de um amigo, parente ou outra pessoa, como um professor que queira ajudar-nos.

Contudo, dada a exigência de habilitações escolares mínimas em muitos tipos de emprego – e de cursos universitários em muitas áreas profissionais e técnicas – uma boa formação académica pode ser o bilhete de entrada num bom emprego.

Isto é, em tempo normal, como até há pouco tempo atrás, porque hoje, o que mais conta, depende sempre de quem está no governo e de quem possui o cartão de filiação no partido, ou partidos que formam esse mesmo governo.


Porque o resto, além de ser treta, de nada serve, de nada vale!

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