Os casos de maus tratos, sinalizados nos hospitais portugueses,
aumentaram em relação ao ano passado
O número de menores maltratados aumentou,
avança o «Correio da Manhã». Em oito meses o número de casos, sinalizados nos
hospitais portugueses, já é superior ao de 2012. Uma especialista ouvida pelo
CM alerta que «há 20 anos que não se via nada assim».
Por exemplo, no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro, este ano, até 17 de Julho, já foram sinalizados 58 casos de menores alvo de maus tratos, enquanto em todo o ano de 2012, registaram-se 57 casos.
Também no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvia já foram sinalizados 34 casos, em apenas seis meses. Tantos, como todos os sinalizados em 2012.
Maria Deolinda Barata, presidente da secção de Pediatria Social da Sociedade Portuguesa de Pediatria diz que «há uma clara perceção de que a negligência grave está a aumentar. Seja uma negligência passiva», em que as famílias não conseguem satisfazer as necessidades básicas da crianças, seja na «negligência ativa», onde há «intenção de causar dolo». Situação que não se viam «há 20 anos», alerta.
A mesma fonte não tem dúvidas que «a gravidade desta crise económica, tão devastadora, é o fator mais determinante» para esta situação.
Por exemplo, no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro, este ano, até 17 de Julho, já foram sinalizados 58 casos de menores alvo de maus tratos, enquanto em todo o ano de 2012, registaram-se 57 casos.
Também no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvia já foram sinalizados 34 casos, em apenas seis meses. Tantos, como todos os sinalizados em 2012.
Maria Deolinda Barata, presidente da secção de Pediatria Social da Sociedade Portuguesa de Pediatria diz que «há uma clara perceção de que a negligência grave está a aumentar. Seja uma negligência passiva», em que as famílias não conseguem satisfazer as necessidades básicas da crianças, seja na «negligência ativa», onde há «intenção de causar dolo». Situação que não se viam «há 20 anos», alerta.
A mesma fonte não tem dúvidas que «a gravidade desta crise económica, tão devastadora, é o fator mais determinante» para esta situação.
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=TVI24=
PS: Quando falo de miséria em Portugal, sei do
que falo sem, no entanto, vislumbrar um fim à vista, bem pelo contrário. O mal
agrava-se a cada dia que passa.

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