Dijsselbloem
deseja uma saída «bem-sucedida» dos programas de resgate
Ministro das
finanças da Holanda, Jeroen Dijsselbloem, será o senhor que se segue na
liderança do Eurogrupo
O presidente
do Eurogrupo disse esta quarta-feira que a extensão de sete anos para o prazo
de pagamento do empréstimo cedido pela troika a Portugal pode ficar acordada só
em maio, em reunião dos ministros das Finanças em Bruxelas.
Em declarações aos jornalistas, e citado pela Bloomberg, Jeroen Dijsselbloem declarou que se o acordo não ficar fechado nos próximos dias em Dublin, onde os titulares das Finanças se encontrarão, «será finalizado um mês depois», em nova reunião do Eurogrupo, nessa vez a decorrer na capital belga.
A troika (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) recomenda que Portugal consiga uma extensão de sete anos para o prazo de pagamento do empréstimo cedido pela troika, de acordo com um documento interno que começou na terça-feira a ser noticiado pela Reuters.
O documento onde consta a recomendação do alargamento do prazo de pagamento dos empréstimos concedidos a Portugal, mas também à Irlanda, foi elaborada por representantes da troika e ainda pelo Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) e, segundo a agência de notícias, será apresentado nas reuniões de ministros da União Europeia que decorrem na sexta-feira e sábado em Dublin.
No entanto, é provável que dos encontros desta semana saia apenas um apoio político à extensão dos prazos, enquanto a decisão formal deverá acontecer em maio.
Já hoje o comissário europeu dos Assuntos Económicos defendeu ser «importante» que nas reuniões dos ministros europeus das Finanças desta semana sejam tomadas decisões que permitam a Portugal e à Irlanda uma saída «bem-sucedida» dos programas de resgate.
«É importante tomar decisões em Dublin [nas reuniões dos ministros das Finanças da zona euro e da União Europeia, na sexta-feira e no sábado] para apoiar uma saída bem-sucedida destes dois países [Portugal e Irlanda] dos programas» de ajustamento económico e financeiro, afirmou Olli Rehn, em resposta a uma questão colocada durante uma conferência de imprensa, em Bruxelas.
Em declarações aos jornalistas, e citado pela Bloomberg, Jeroen Dijsselbloem declarou que se o acordo não ficar fechado nos próximos dias em Dublin, onde os titulares das Finanças se encontrarão, «será finalizado um mês depois», em nova reunião do Eurogrupo, nessa vez a decorrer na capital belga.
A troika (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) recomenda que Portugal consiga uma extensão de sete anos para o prazo de pagamento do empréstimo cedido pela troika, de acordo com um documento interno que começou na terça-feira a ser noticiado pela Reuters.
O documento onde consta a recomendação do alargamento do prazo de pagamento dos empréstimos concedidos a Portugal, mas também à Irlanda, foi elaborada por representantes da troika e ainda pelo Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) e, segundo a agência de notícias, será apresentado nas reuniões de ministros da União Europeia que decorrem na sexta-feira e sábado em Dublin.
No entanto, é provável que dos encontros desta semana saia apenas um apoio político à extensão dos prazos, enquanto a decisão formal deverá acontecer em maio.
Já hoje o comissário europeu dos Assuntos Económicos defendeu ser «importante» que nas reuniões dos ministros europeus das Finanças desta semana sejam tomadas decisões que permitam a Portugal e à Irlanda uma saída «bem-sucedida» dos programas de resgate.
«É importante tomar decisões em Dublin [nas reuniões dos ministros das Finanças da zona euro e da União Europeia, na sexta-feira e no sábado] para apoiar uma saída bem-sucedida destes dois países [Portugal e Irlanda] dos programas» de ajustamento económico e financeiro, afirmou Olli Rehn, em resposta a uma questão colocada durante uma conferência de imprensa, em Bruxelas.
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