Líder do
PS reage ao despacho de Vítor Gaspar
O
secretário-geral do PS acusou o Governo de querer «fechar o país», ao proibir
novas despesas na administração pública, e de estar «esgotado», pelo que faz
«asneiras em cima de asneiras».
Questionado pelos jornalistas sobre como viu o despacho do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a proibir novas despesas na administração pública, o líder do PS respondeu que «espelha bem» as medidas preconizadas pelo Governo para sair da crise.
«É fechar o país, é fechar os serviços, é dificultar a vida das pessoas», criticou.
Questionado sobre se Vítor Gaspar deve revogar o despacho, Seguro disse que «isso é um problema do Governo». «Este Governo está esgotado e, portanto, faz asneiras em cima de asneiras», acusou.
Segundo o líder do PS, a sua «responsabilidade» é a de «apresentar propostas e soluções para oferecer aos portugueses». «E para resolver os problemas do nosso país, renegociar as condições do nosso ajustamento e definir uma estratégia de crescimento e de emprego», continuou.
Segundo o líder socialista, o dirigente do PS, Eurico Dias, que «acompanha as áreas da economia», viajou hoje para Dublin (Irlanda), onde irá reunir com parceiros europeus para «insistir» e os «sensibiliza»" no sentido da extensão do prazo para Portugal pagar o empréstimo à troika.
Confrontado com o buraco de 1,3 mil milhões de euros, devido às quatro normas do Orçamento do Estado consideradas inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional, Seguro desdramatizou.
«Só a derrapagem orçamental do ano passado é três vezes superior a esse montante. O que nos está a conduzir para a tragédia é, precisamente, esta política errada de austeridade», argumentou.
O secretário-geral do PS acusou o Governo de «radicalizar» a sua posição, referindo que o partido «nunca recusará» o diálogo, mas «não abdica das suas posições» e não dará o seu «alto patrocínio» à austeridade.
«Tenho vindo a defender e a apresentar propostas concretas para que o país possa resolver os seus problemas. Quem radicalizou a sua posição foi o Governo, ao fechar todas as portas, ao não aceitar nenhuma proposta do PS e ao hostilizar o próprio PS», disse.
Segundo o líder do PS, o Governo «chegou ao limite», «está completamente esgotado e precisa de ser substituído».
«Este Governo não tem condições para continuar, mas o país tem problemas e a minha responsabilidade, a responsabilidade do PS, é de contribuir para ajudar a resolver os problemas dos portugueses», disse , referindo que o PS «nunca recusará» o diálogo.
«Não nos peçam o alto patrocínio para uma política de austeridade da qual discordamos. Se é para terem o nosso alto patrocínio e sermos cúmplices não», disse, lembrando que o PS «defende uma estratégia diferente«, quer que Portugal honre «todos os compromissos» e «continue na zona euro».
Questionado pelos jornalistas sobre como viu o despacho do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a proibir novas despesas na administração pública, o líder do PS respondeu que «espelha bem» as medidas preconizadas pelo Governo para sair da crise.
«É fechar o país, é fechar os serviços, é dificultar a vida das pessoas», criticou.
Questionado sobre se Vítor Gaspar deve revogar o despacho, Seguro disse que «isso é um problema do Governo». «Este Governo está esgotado e, portanto, faz asneiras em cima de asneiras», acusou.
Segundo o líder do PS, a sua «responsabilidade» é a de «apresentar propostas e soluções para oferecer aos portugueses». «E para resolver os problemas do nosso país, renegociar as condições do nosso ajustamento e definir uma estratégia de crescimento e de emprego», continuou.
Segundo o líder socialista, o dirigente do PS, Eurico Dias, que «acompanha as áreas da economia», viajou hoje para Dublin (Irlanda), onde irá reunir com parceiros europeus para «insistir» e os «sensibiliza»" no sentido da extensão do prazo para Portugal pagar o empréstimo à troika.
Confrontado com o buraco de 1,3 mil milhões de euros, devido às quatro normas do Orçamento do Estado consideradas inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional, Seguro desdramatizou.
«Só a derrapagem orçamental do ano passado é três vezes superior a esse montante. O que nos está a conduzir para a tragédia é, precisamente, esta política errada de austeridade», argumentou.
O secretário-geral do PS acusou o Governo de «radicalizar» a sua posição, referindo que o partido «nunca recusará» o diálogo, mas «não abdica das suas posições» e não dará o seu «alto patrocínio» à austeridade.
«Tenho vindo a defender e a apresentar propostas concretas para que o país possa resolver os seus problemas. Quem radicalizou a sua posição foi o Governo, ao fechar todas as portas, ao não aceitar nenhuma proposta do PS e ao hostilizar o próprio PS», disse.
Segundo o líder do PS, o Governo «chegou ao limite», «está completamente esgotado e precisa de ser substituído».
«Este Governo não tem condições para continuar, mas o país tem problemas e a minha responsabilidade, a responsabilidade do PS, é de contribuir para ajudar a resolver os problemas dos portugueses», disse , referindo que o PS «nunca recusará» o diálogo.
«Não nos peçam o alto patrocínio para uma política de austeridade da qual discordamos. Se é para terem o nosso alto patrocínio e sermos cúmplices não», disse, lembrando que o PS «defende uma estratégia diferente«, quer que Portugal honre «todos os compromissos» e «continue na zona euro».
=TVI24=

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