Líder do PS vai reagir ao anúncio de
cortes nas despesas sociais
O secretário-geral do PS, António José Seguro,
vai fazer uma «declaração ao país» esta segunda-feira às 18:30, a partir da
sede nacional do partido, anunciou fonte oficial do PS.
Na sexta-feira, o Tribunal Constitucional português considerou insconstitucionais quatro normas do Orçamento do Estado para 2013, referentes à suspensão do pagamento do subsídio de férias a funcionários públicos, aos contratos de docência de investigação e aos pensionistas e à criação de uma taxa sobre as prestações por doença e por desemprego.
Na sequência dessa decisão, o primeiro-ministro garantiu no domingo que o Governo não irá aumentar mais os impostos como forma de compensar as normas orçamentais chumbadas pelo Tribunal Constitucional, optando por reduzir a despesa pública com Segurança Social, Saúde, Educação e empresas públicas.
Numa primeira reação à comunicação do primeiro-ministro, o porta-voz do PS, João Ribeiro, acusou Passos Coelho de «chantagear os portugueses» e de «inventar um álibi para desculpar um Orçamento que há muito estava ferido de morte».
«Ficou hoje claro para todos os portugueses que o país tem um primeiro-ministro isolado. Infelizmente, consumou-se hoje o que há muito se sente em Portugal, este pode ainda ser o Governo de Portugal, mas já não é o Governo dos portugueses», acrescentou João Ribeiro.
O secretário-geral do PS, António José Seguro, convocou uma reunião do secretariado do partido para hoje, pelas 15:00.
No domingo, ainda antes da declaração de Passos Coelho, António José Seguro afirmou que o Governo não tem condições para retirar o país da «alhada» em que se encontra e disse discordar da posição do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que reiterou no sábado, em comunicado, que o Governo dispõe de condições para cumprir o seu mandato democrático.
«Nós consideramos que o país vive numa situação de tragédia social que é necessário alterar e essa mudança implica a substituição do Governo», disse Seguro, na Póvoa de Varzim.
Na sexta-feira, o Tribunal Constitucional português considerou insconstitucionais quatro normas do Orçamento do Estado para 2013, referentes à suspensão do pagamento do subsídio de férias a funcionários públicos, aos contratos de docência de investigação e aos pensionistas e à criação de uma taxa sobre as prestações por doença e por desemprego.
Na sequência dessa decisão, o primeiro-ministro garantiu no domingo que o Governo não irá aumentar mais os impostos como forma de compensar as normas orçamentais chumbadas pelo Tribunal Constitucional, optando por reduzir a despesa pública com Segurança Social, Saúde, Educação e empresas públicas.
Numa primeira reação à comunicação do primeiro-ministro, o porta-voz do PS, João Ribeiro, acusou Passos Coelho de «chantagear os portugueses» e de «inventar um álibi para desculpar um Orçamento que há muito estava ferido de morte».
«Ficou hoje claro para todos os portugueses que o país tem um primeiro-ministro isolado. Infelizmente, consumou-se hoje o que há muito se sente em Portugal, este pode ainda ser o Governo de Portugal, mas já não é o Governo dos portugueses», acrescentou João Ribeiro.
O secretário-geral do PS, António José Seguro, convocou uma reunião do secretariado do partido para hoje, pelas 15:00.
No domingo, ainda antes da declaração de Passos Coelho, António José Seguro afirmou que o Governo não tem condições para retirar o país da «alhada» em que se encontra e disse discordar da posição do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que reiterou no sábado, em comunicado, que o Governo dispõe de condições para cumprir o seu mandato democrático.
«Nós consideramos que o país vive numa situação de tragédia social que é necessário alterar e essa mudança implica a substituição do Governo», disse Seguro, na Póvoa de Varzim.
=TVI24=

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