Passos Coelho
esclareceu hoje que o polémico despacho de Vítor Gaspar expira no próximo
Conselho de Ministros.
Nessa
reunião, explicou hoje o chefe do Governo, serão decididos os novos tectos de
despesa dos ministérios que terão de resultar numa poupança de 600 milhões de
euros, metade do 'buraco' de 1,3 mil milhões de euros criado após o chumbo de
quatro medidas do Orçamento do Estado para 2013.
"O
Conselho de Ministros da próxima semana fixará a repartição" do corte de
600 milhões de euros que os ministérios vão ter de fazer, justificou o
primeiro-ministro. "O despacho do ministro das Finanças vigora até essa
data", acrescentou, o que significa que os pedidos de autorização que os
restantes ministros têm de fazer junto de Vítor Gaspar vai durar até ao próximo
Conselho de Ministros.
Passos
Coelho afirmou ainda que a poupança dos restantes 600 milhões de euros vai resultar
da antecipação de medidas que já estavam pensadas no âmbito da reforma do
Estado e que, embora não sejam do conhecimento público, já foram debatidas com
a Troika durante os trabalhos da sétima avaliação.
O
chefe do governo voltou a lembrar as área que serão objecto de corte: segurança
social, saúde, empresas públicas e educação.
=Económico=

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