Bruxelas considera que qualquer afastamento
do programa de assistência arruinará os esforços já feitos pelos portugueses
A Comissão Europeia rejeita renegociar programa
de ajustamento e espera que o Governo encontre «rapidamente» novas medidas que
compensem as normas orçamentais chumbadas pelo Tribunal Constitucional.
Em comunicado, Bruxelas afirma que o cumprimento do programa de ajustamento é uma «pré-condição» para a aprovação das maturidades dos empréstimos pedida pelo Governo português.
A Comissão Europeia considera que qualquer afastamento do programa de assistência financeira arruinará os esforços já feitos pelos portugueses.
«Qualquer afastamento dos objetivos do programa, ou a sua renegociação, irá neutralizar os esforços já feitos e conseguidos pelos cidadãos portugueses, nomeadamente a crescente confiança dos investidores em Portugal, e prolongar as dificuldades do ajustamento», considerou o executivo comunitário.
A «Comissão Barroso» sublinha ainda que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, «confirmou o seu compromisso para com o programa de ajustamento, incluindo as suas metas orçamentais e respetivo calendário».
A Comissão sustenta ainda que «a contínua e determinada aplicação do programa oferece a melhor maneira de restaurar um crescimento económico sustentável e de melhorar as oportunidades de emprego em Portugal».
«A Comissão confia que o Governo português irá rapidamente identificar as medidas necessárias de forma a respeitar a meta orçamental revista, conforme foi pedido pelo Governo Português e apoiado pela 'troika' na 7.ª revisão do programa (de assistência)», pode ler-se no comunicado.
Em comunicado, Bruxelas afirma que o cumprimento do programa de ajustamento é uma «pré-condição» para a aprovação das maturidades dos empréstimos pedida pelo Governo português.
A Comissão Europeia considera que qualquer afastamento do programa de assistência financeira arruinará os esforços já feitos pelos portugueses.
«Qualquer afastamento dos objetivos do programa, ou a sua renegociação, irá neutralizar os esforços já feitos e conseguidos pelos cidadãos portugueses, nomeadamente a crescente confiança dos investidores em Portugal, e prolongar as dificuldades do ajustamento», considerou o executivo comunitário.
A «Comissão Barroso» sublinha ainda que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, «confirmou o seu compromisso para com o programa de ajustamento, incluindo as suas metas orçamentais e respetivo calendário».
A Comissão sustenta ainda que «a contínua e determinada aplicação do programa oferece a melhor maneira de restaurar um crescimento económico sustentável e de melhorar as oportunidades de emprego em Portugal».
«A Comissão confia que o Governo português irá rapidamente identificar as medidas necessárias de forma a respeitar a meta orçamental revista, conforme foi pedido pelo Governo Português e apoiado pela 'troika' na 7.ª revisão do programa (de assistência)», pode ler-se no comunicado.
=TVI24=
PS: É preciso não tentar esticar demasiado a
corda, senão ela rebenta.
Será que pretendem rebentá-la?

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